sábado, 18 de agosto de 2012



Mapa geológico indica a presença de diamante no Estado

O Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional (FDDR) realizou na última quinta-feira (16), em Camaquã, audiência pública para tratar da cadeia produtiva de rochas e granitos. Durante a audiência, o geólogo Valter Goldmayer afirmou que o mapa geológico do Estado indica a presença de diamante na região de Quaraí. Devido ao potencial do setor, ele sugere mais investimentos. “Não existe desenvolvimento sem extração mineral; não se faz casa; não se faz parede; não se faz rua. Por isso, esse setor tem de ser apoiado”, defendeu. “Parabéns por estarem aqui”, completou.
Na abertura da audiência, o deputado José Sperotto (PTB) saudou a presença do ex-prefeito e secretário da Agricultura, João Carlos Machado, e salientou a importância de serem levantados mais dados sobre a cadeia produtiva de rochas e granitos, já que os existentes são precários. Sperotto representou na audiência o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Postal.
Potencialidades e problemas
O coordenador do Grupo Executivo de Acompanhamento de Debates (Gead) sobre Cadeias Produtivas e Arranjos Produtivos Locais, Ivan Feloniulk, sugeriu que a sociedade da região da Costa Doce se organize para formar o Arranjo Produtivo Local (APL) das Rochas e Granitos, para obter apoio financeiro de programas do governo do Estado. Ele também sugeriu que o município de Camaquã aproveite a resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) que permite que a liberação para a utilização de áreas de até 2 hectares seja feita pelos municípios. “É hora dos municípios tomarem as rédeas do licenciamento ambiental”, conclamou.
O coordenador do Gead sobre Sustentabilidade Ambiental, Lélio Falcão, apresentou uma publicação editada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) sobre a região Escudo Rio-grandense, onde se localiza Camaquã. Falcão salientou o potencial econômico do granito. Segundo ele, 1m cúbico de granito bruto vale apenas de US$ 100 a US$ 200, enquanto o granito serrado e polido pode valer até US$ 3 mil. O engenheiro também afirmou que é difícil enfrentar a concorrência do Espírito Santo, que oferece o produto por um preço inferior, devido aos impostos e restrições ambientais menores. Ele apontou a alta tributação, a questão ambiental, a ausência de crédito e a baixa qualificação de mão-de-obra e das empresas (equipamentos) como os principais obstáculos ao desenvolvimento da cadeia produtiva no Estado. Disse também que tijolos e telhas vêm de Santa Catarina, pois o preço é menor.
O geólogo Valter Goldmayer afirmou que o setor mineral precisa de investimentos em tecnologia que possibilitem, por exemplo, a introdução do corte a laser. Ele explicou que o Estado tem cerca de 200 tipos de granito diferentes, mas só há teares para cortá-lo em seis cidades. Segundo o especialista, Camaquã é rica em granito, mas o calçamento do município, por exemplo, é feito com basalto trazido da Serra. O principal problema nesse caso é o licenciamento ambiental para a extração do produto. Goldmayer também sugeriu que sejam aproveitados os benefícios oferecidos pelo novo Código Florestal na área de mineração. “O novo código permite, por exemplo, que se faça mineração em APPs”, esclareceu.
O minerador Sílvio Pinto afirmou que se sente impotente e que é prejudicado pelas altas despesas, pela burocracia, pelos problemas com os órgãos ambientais, pela falta de profissionais e pela perda de material. Aproveitou para sugerir a criação de escolas de aprendizagem de extração de blocos minerais. “Pediria que alguém se aproximasse dos políticos e nos ajudasse”, disse.
Criação de empresa de parcerias
O economista Tirone Michelin sugeriu que o licenciamento ambiental seja feito por meio de convênios entre o Estado e as prefeituras e universidades, de maneira a aumentar o número de pessoas trabalhando e acelerar o andamento dos processos. Atualmente, tramitam na Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) cerca de 12 mil processos. Outra sugestão do economista foi a criação de uma empresa municipal de parcerias tendo como capital as dívidas de que o município é credor. Segundo ele, esse tipo de recurso geralmente fica num “limbo contábil” e acaba não sendo utilizado. “Esse dinheiro pode servir para encostar num empreendimento viável e servir de garantia junto ao BNDES”, afirmou. A empresa seria uma holding destinada a fazer parcerias com o setor produtivo. Michelin frisou que uma empresa semelhante existe em Santa Catarina e atua com sucesso. A ideia é de que uma empresa desse tipo seja uma espécie de braço empreendedor do poder público.
O vereador André Oswaldt (PDT), representando a Câmara de Vereadores de Camaquã, agradeceu pela presença do Fórum Democrático no município e afirmou que também gostaria que o calçamento da cidade fosse feito com o granito da própria região. “Temos a matéria-prima aqui; é só extraí-la”, disse. “A burocracia e a legislação ambiental emperram e não deixam que o progresso aconteça”, analisou.


http://www.crea-rs.org.br/site/index.php?p=ver-noticia&id=156


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

NOSSO CLUBE INICIOU CONTATOS NO PERU


NOSSO CLUBE INICIOU CONTATOS NO PERU



 ATRAVÉS  DE  SEU COORDENADOR DE  ASSUNTOS INTERNACIONAIS 2012-13, EX-GOVERNADOR DO DISTRITO 4680 TIRONE  LEMOS MICHELIN, NOSSO CLUBE  INICIOU TRATATIVAS  DE PARCERIAS COM O ROTARY CLUB MIRAFLORES, DO PERU, QUE PERTENCE AO DISTRITO 4450 E FOI ADMITIDO EM ROTARY INTERNACIONAL EM PRIMEIRO DE ABRIL DE 1947.  O COMPANHEIRO MICHELIN  VISITOU O CLUBE, APROVEITANDO VIAGEM PROFISSIONAL, E CONVERSOU COM A PRESIDENTE E  DIRETORIA  DAQUELE CLUBE.  O RC MIRAFLORES  É UM DOS PRINCIPAIS DO PERU E CONTA COM 30 COMPANHEIROS. ESTÁ LOCALIZADO NA CAPITAL DO PAÍS,  LIMA, QUE CONTA COM UMA POPULAÇÃO DE  QUASE  10 MILHÕES  DE  HABITANTES.



sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Comitê Rio Passo Fundo - Cachoeira do sul apresenta pleitos e sugestões para a questão da água


Cachoeira do sul apresenta pleitos e sugestões para a questão da água





A Assembleia Legislativa, por meio do Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional, esteve, na manhã dessa sexta-feira (3), no município de Cachoeira do Sul para tratar do tema “Água: Subterrânea, Superficial e no Ar”. O encontro foi realizado no Auditório da Universidade Aberta do Brasil sob a coordenação do diretor do Fórum Democrático, Sérgio Sady Musskopf, com as presenças dos deputados Edson Brum (PMDB) e Altemir Tortelli (PT). Representantes da região pediram investimentos nos comitês de bacias, a implantação dos planos de bacias e agilidade na outorga dos direitos do uso da água.
O deputado Edson Brum (PMDB) registrou que, em meio às múltiplas atividades parlamentares – visitou 61 municípios durante o recesso parlamentar –, fez questão de comparecer à audiência em razão do compromisso que tem com Cachoeira do Sul e região. Destacou a importância de discutir o futuro do Estado e defendeu a necessidade de controle e fiscalização pública da água. Declarou-se favorável a uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do deputado Luis Fernando Schmidt (PT) que, na sua avaliação, apresenta um erro de redação, mas é válida quanto ao mérito. Também relatou a situação de Rio Pardo e o esforço realizado no local para regularizar a questão da água. “É uma região que tem rios e arroios, com terras baixas, e é fundamental a preservação desse ambiente, por isso a importância dessa discussão”, declarou.
O deputado Altemir Tortelli (PT) parabenizou o Fórum Democrático pela iniciativa de viajar pelo Estado recolhendo propostas para contribuir com o governo em temas relevantes como o da água. “Nos últimos anos, tivemos muitas estiagens, as projeções apontam para a continuidade do problema e temos que produzir ações”, disse o parlamentar. “A base da produção agrícola depende da água, depende da irrigação, temos vários programas que possibilitam investimentos nessa área, mas dependendo de como isso for efetivado, pode faltar água em outro lugar”, acrescentou. O deputado garantiu que vem acompanhando os debates por meio do Fórum e também como integrante da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo.
O engenheiro e coordenador do Gead de Sustentabilidade Ambiental, Lélio Falcão, disse que tecnicamente existem maneiras de enfrentar os problemas relacionados à questão da água, mas que é preciso discutir aspectos políticos. “Preocupa-nos esse tema porque, quando falta água, este é um problema do Rio Grande do Sul”, afirmou. Ele convidou os presentes a participarem, em janeiro, de evento sobre Sustentabilidade Ambiental durante a realização do Fórum Social Temático, que ocorrerá na Assembleia Legislativa.
Representando a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio do RS, Ronaldo Moraes falou do Programa Mais Água, Mais Renda (clique aqui para acessar o decreto que institui o programa), que, conforme explicou, é um programa de governo que envolve várias secretarias para auxiliar no pagamento de kits de irrigação e na construção e reforma de açudes. “É um programa de fácil acesso”, afirmou.
A bióloga Aline Abreu da Silva, secretária-executiva do Comitê Baixo Jacuí, fez uma apresentação técnica sobre a Bacia do Baixo Jacuí. Explicou que a bacia ocupa 20% da região hidrográfica do Guaíba, abrangendo 40 municípios e ocupando uma área de 17 mil quilômetros quadrados. Ela mostrou mapas e gráficos, comprovando a riqueza hidrográfica da região, e falou da composição do Comitê Baixo Jacuí e das suas atribuições e atividades. “Vemos o Rio Jacuí e achamos que ele vai durar para sempre”, declarou. “Mas a água – de boa qualidade – não é um recurso infinito”, alertou.
Segundo ela, não existe um plano de bacia para a região atualmente. Há apenas a promessa. A bióloga esclareceu que o Comitê Baixo Jacuí não é contrário à cobrança pelo uso da água, mas defende que, antes dessa cobrança, seja implantado o plano de bacia. “É preciso ter um plano para depois poder cobrar”, disse. A bióloga afirmou ainda que há recursos e legislação relativa ao tema da água, mas, na sua avaliação, falta vontade política em solucionar  os problemas. Disse também que o Comitê pensa em acionar o Ministério Público para que a lei seja cumprida.
O secretário da Indústria e Comércio de Cachoeira do Sul, José Ronaldo Villanova Tonet, relatou as dificuldades enfrentadas pelo município em razão da estiagem. Disse que a Secretaria atendeu 380 famílias que não tinham água para beber e que ainda hoje continua atendendo a 30 famílias do meio rural. Segundo ele, muitas propriedades foram abandonadas por falta de água. Informou que o município investiu R$ 1 milhão em recursos próprios para a construção de poços artesianos e outras medidas. Também relatou a aquisição de um caminhão-pipa, ao custo de R$ 218 mil, que, junto com outros veículos, abasteceu a população com 3 mil metros cúbicos de água para beber. “No ano que vem, vamos ter que levar água de novo”, disse ele, com base em pareceres técnicos.

Outorgas
Milton Martins, da prefeitura municipal de Cachoeira do Sul, saudou a criação do programa Mais Água, Mais Renda. Pediu solução mais rápida também em relação à outorga pelo uso da água, a exemplo do que tem sido feito em relação aos açudes. A bióloga Aline Abreu da Silva somou-se ao representante da prefeitura no pleito por mais agilidade nas outorgas. Ela criticou o Sistema de Recursos Hídricos e a atuação da Secretaria do Meio Ambiente.

Mais participações
Participaram da audiência também Ivan Feloniuk, coordenador do Gead de Cadeias Produtivas e APLs; Tirone Lemos Michelin, coordenador do APL de Diversificação Agrícola; Leandro Tusi de Borba, relator do Gead de Cadeias Produtivas e APLs; Solon Duarte, coordenador do Fórum Democrático; Danilo Paulitsch, da Regional Sindical do Vale do Rio Pardo Baixo Jacuí; Henrique Witeck, da Secretaria do Meio Ambiente de Cachoeira do Sul; representantes da Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano do Estado e do deputado Aldacir Oliboni (PT), entre outros.

Próximos eventos
O Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional vem realizando uma série de oito audiências públicas Também está programado para o dia 1º de outubro, durante a Semana Interamericana da Água, um seminário no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, para tratar da questão da água. Os próximos encontros programados são:
16/8 – Quinta-feira, às 19h – Camaquã. Tema: Rochas e Granitos
17/8 – Sexta-feira, às 10h – Pelotas. Tema: Água
23/8 – Quinta-feira, às 19h – Caxias do Sul. Tema: Água
24/8 – Sexta-feira, às 10h – Vacaria. Tema: Fruticultura

Encontros já realizados
26/07 – Quinta-feira – Passo Fundo. Tema: Água
27/07 – Sexta-feira – Soledade. Tema: Pedras Semipreciosas
02/8 – Quinta-feira, às 19h – Santa Maria. Tema: Turismo

03/8 – Sexta-feira, às 10h – Cachoeira do Sul. Tema: Água





http://cbhpf.upf.br/index.php/73-cachoeira-do-sul-apresenta-pleitos-e-sugestoes-para-a-questao-da-agua


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Realização do Fórum Social Temático 2013 em Porto Alegre é debatida na ALRS



Realização do Fórum Social Temático 2013 em Porto Alegre é debatida na ALRS






Em reunião organizada a pedido da Força Verde, o Grupo Executivo de Acompanhamento (GEAD) da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul  (ALRS), apresentou calendário de audiências públicas no interior do estado focalizando o tema da sustentabilidade ambiental, em reunião realizada dia 04/06, no Espaço do Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional - sala de Convergência Adão Preto, no Centro da Capital gaúcha. Na agenda, Passo Fundo, 26/07 (Água); Soledade, 27/07 (Ametistas, Ágatas e Basalto); Santa Maria, 02/08 (Turismo); Cachoeira do Sul, 03/08 (Água); Camaquã, 16/08 (Rochas); Pelotas, 17/08 (Água, Turismo e Rochas); Caxias do Sul, 23/08 (Água), e Vacaria, 24/08 (Fruticultura).   

As oito audiências marcadas abrangem assuntos até então discutidos naquele espaço e relacionados à água, pedras semi-preciosas e basalto, turismo e fruticultura, e são vistas pelos organizadores como oportunas para o momento em que o mundo se volta para a questão ambiental, fato relevado por Lélio Falcão, diretor de Meio Ambiente da Força Sindical-RS e coordenador do Fórum Social Temático (FST) 2013. Falcão, que foi coordenador nacional da Rio+20,  disse que os temas das audiências da ALRS remetem ao conteúdo da conferência mundial e do próprio FST, que na edição de 2012 focalizou o tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”.

Na segunda parte da reunião, os participantes relacionaram a questão da preservação ambiental à promoção do FST2013, no mês de janeiro, em Porto Alegre; seis meses após a Conferência das Nações Unidas pelo Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Os participantes aproveitaram para relatar as experiências da realização do FST2012 e sugerir correção de rumos na dinâmica e organização do evento, como fez Daniely Votto Fontoura, coordenadora de Relações Internacionais da Prefeitura de Porto Alegre, ao se referir à infraestrutura da realização de janeiro passado.

O grupo anunciou a prática encontros semanais para avançar na organização do FST2013, cuja plataforma está resumida no documento “Desenvolvimento Sustentável com Trabalho Decente”, subscrito pela Força Sindical, Nova Central, UGT e CTB, que foi apresentado ao mundo na Assembléia Sindical Internacional e nos eventos paralelos da Rio+20, entre eles o lançamento da proposta do Fórum Social Temático, ocorrido dia 19 de junho, no auditório Senador Nelson Carneiro, da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, com a presença do prefeito José Fortunati e secretários municipais.  

Entre os participantes do encontro na ALRS, destaque para Valter Souza, presidente da NCST/RS; Cícero Pereira da Silva, da UGT, Ana D´Amico, da ESPM; Tirone Lemos Michelin, do Consórcio Brasileiro de Consultores; Ben Hur Thiberius Pereira, da UEE/RS; Saul Witee Neetzow, do Grande Oriente do RS; Gilberto Manoel Soares, do GAAA, e Lídia Troian, do Winners Produções Artísticas.



domingo, 6 de março de 2011

Deputado Catarina Paladini participa da Assembleia Distrital de Rotary Clubes



Deputado Catarina Paladini participa da Assembleia Distrital de Rotary Clubes




O deputado Catarina Paladini (PSB) participou da abertura oficial da Assembleia Distrital de Treinamento de Novas Administrações de Rotary Club, realizada na manhã de sábado (17), na sala João Neves da Fountoura (Plenarinho), da Assembleia Legislativa. Pela primeira vez o espaço é aberto para uma convenção da entidade que conta com quase 6 mil integrantes em todo o Rio Grande do Sul. O evento que tem por objetivo treinar as novas administrações dos clubes, que assumem a partir de 1 de julho, contou com mais de 200 participantes.
Recepcionado pelo governador do Distrito 4680 do Rotary Club, Antônio Carlos Castro,Catarina salientou a importância dos serviços prestados pelo Rotary no mundo todo e das atividades realizadas pela entidade nas áreas da saúde e da educação. “Conhecemos o esforço e a dedicação do trabalho desta entidade que atua em todos os cantos do mundo. Não poderíamos deixar de prestigiar um evento dessa grandeza e contribuir de alguma forma para que tivesse o exito merecido. A abertura desta casa para o trabalho de vocês é parte daquilo a que o parlamento gaúcho se propõe. Oportunizar que mais pessoas trabalhem pelo bem comum é o nosso compromisso”, disse.
Como membro da mesa principal o parlamentar falou ainda sobre sua admiração pelo trabalho dos rotarianos, especialmente nos municípios da região sul do Estado. “Sou um admirador e testemunha do trabalho desenvolvido pelos clubes e sei que quando há uma união de esforços, o trabalho é ainda mais eficaz. Esta casa estará sempre aberta para o propósito de vocês”, afirmou.
De acordo com um dos organizadores do evento, Tirone Lemos Michelin, a Assembleia Distrital teve o registro de representantes de mais de 100 clubes rotários, entre os quais estão os dos municípios de Pelotas, Canguçu, Chuí e outros da Região Sul.
O Rotary
Rotary Club, é uma entidade que congrega líderes de comunidades que atuam fomentando o padrão de ética ajudando a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo. São pessoas que prestam serviços voluntários em favor da sociedade como um todo. Também desenvolvem ações beneficiando casos específicos, pessoas necessitadas ou entidades que também trabalham em favor de pessoas em vulnerabilidade social.